Dois homens morrem ao trocar tiros e facadas em uma distribuidora de Campinápolis
Segundo informações, trata-se de crime passional.
Por: Adailson Pereira
Nivaldo de Souza Lima, 52, e Sidimar Serafim da Silva, 42, morreram na nas primeiras horas deste domingo (09), após uma briga em frente a uma distribuidora de bebidas, em Campinápolis (a 545 km de Cuiabá). Durante a confusão, Sidimar esfaqueou Nivaldo, que revidou e atingiu Sidimar com disparou de arma de fogo. Segundo informações, o motivo seria passional.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, o caso foi registrado às 0h30. Nivaldo chegou à distribuidora em uma caminhonete e iniciou a discussão com Sidimar, que estava em uma mesa. Ainda segundo relatos, durante o desentendimento, Nivaldo teria dito que buscaria uma arma para matar seu desafeto e, logo em seguida, deixou a distribuidora.
Minutos depois, Nivaldo retornou a UPA Distribuidora de Bebidas armado, segurou a vítima pela nuca e afirmou que havia voltado para acertar as contas. Neste momento, Sidimar sacou uma arma e atacou o agressor, que revidou atirando.
Ferido com os golpes de faca, Nivaldo tentou fugir do local dirigindo sua caminhonete Hilux, porém, perdeu o controle do veículo e bateu em uma picape Strada estacionada em frente a uma lanchonete instalada na Praça Central de Campinápolis. O carro, ainda derrubou um relógio de uma cooperativa e só parou após entrar em um terreno baldio.
A PM e equipes de saúde do Hospital Municipal foram acionados, mas chegando ao local, constaram que os dois homens estavam sem vida.
Para preservação e investigação do local do fato, a área foi isolada para os trabalhos da Polícia Judiciária Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
Vale ressaltar que a arma usada por Nivaldo, e a faca utilizada por Sidimar foram apreendidos e entregue aos investigadores responsáveis por apurar os homicídios.
Segundo informações, durante o isolamento do local do crime, uma testemunha se apresentou os policiais e acabou presa por desacato. Ela se recusou a fornecer seus documentos pessoais e passou a ofender os mesmos. No registro consta que durante o transporte, ela ameaçou os militares e precisou ser contido com uso moderado de spray de pimenta.
O caso segue apurado pela Polícia Civil.












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